Design e direção de arte
A aprovação de arte para de morar no print com seta vermelha.
O cliente clica no ponto do layout, escreve o que quer mudar e a rodada seguinte vira uma versão nova — com o histórico inteiro do que foi pedido.
O ciclo de aprovação, inteiro
Briefing que evita a terceira rodada
Inclui o campo que quase ninguém pergunta e que economiza mais tempo que todos os outros: o que o cliente não quer de jeito nenhum.
Pedido de ajuste que dá para executar
O comentário fica preso ao ponto da peça. Some o vaivém de descobrir a qual dos cinco layouts o cliente estava se referindo.
Versão com histórico
v1, v2, v3 — cada uma com o que foi pedido, o que mudou e quem aprovou. Serve de memória do projeto e de argumento quando o escopo cresce.
O escopo fica visível
Quando cada rodada de ajuste vira uma versão registrada, fica claro para os dois lados quantas rodadas já aconteceram.
Isso não é burocracia: é o que permite dizer, sem desconforto, que a quarta rodada de alteração já é outro trabalho. A conversa deixa de ser sobre memória e passa a ser sobre o que está na tela.